“Se a gente cresce com os golpes duros da vida, também podemos crescer com os toques suaves da alma.
“Parabéns para você, que por algum momento desacreditou no amor. Que sofreu, chorou, mas percebeu que é preciso continuar – de algum jeito ou alguma forma. Que é preciso ter fé, pois o que tiver que ser a vida se encarrega de fazer. Que não consegue ler letras duras, mas que foi obrigada a digerir frases pesadas.
“Não existe essa coisa de “sorte”. Existe você ir e correr atrás do que quer.
“Os últimos serão sempre os primeiros… a reclamar.
“Acontece que tu tem uma mente bem bagunçada, amor. Acontece que tuas indecisões e incertezas formam labirintos. Lembra aquele dia no cinema? Quando vimos um romance mais clichê que ciúmes besta e me disse que odiava qualquer filme que desse vontade de me abraçar? Acontece que eu estava ali do teu lado. E, acredite, esperei um bocado por esse abraço. Aí te perguntei por que não me abraçava e tu disse que tinha medo, lembra? Eu mergulhei na tua mente depois disso. Talvez por isso tenha chorado. Entrei em ti através dos teus olhos. E achei engraçado as imagens que cria de mim. De nós. E me deixei levar. Gostei dos teus sonhos e acabei dormindo contigo. Por que não me chamou pra sonhar junto? Era só me abraçar ali e me pedir felicidade que eu te encaixava em meus planos no mesmo segundo.
— Poderíamos ter sido, mas tu preferiu sonhar sozinho. Ana Luísa K. (via
doce-inverno)